quinta-feira, 30 de novembro de 2017

5 Dicas para ter uma BARRIGA NEGATIVA


A barriga negativa é aquela onde os ossos da "bacia" e das costelas são mais proeminentes que a barriga e para esculpir a barriga negativa é preciso muita dedicação, pois não basta apenas praticar exercícios físicos regularmente, é necessário ainda seguir uma dieta orientada e os aparelhos utilizados na medicina estética podem ser de grande ajuda.
Veja 5 dicas para ter uma barriga negativa:

1. Faça exercícios físicos diariamente

Para alcançar a barriga negativa aconselha-se praticar exercícios físicos diariamente. O ideal é realizar pelo menos 1 hora de exercícios por dia, investindo nos aeróbicos e na musculação. Praticar esportes, como jogar futevôlei, jiu-jitsu e muay thai? também pode ajudar a queimar bastante gordura e a fortalecer os músculos de todo o corpo. Além disso, é essencial ter uma boa postura.

2. Siga uma dieta rica em fibras

A dieta também é parte fundamental do processo para alcançar a barriga negativa e, por isso, é recomendado ingerir alimentos ricos em fibras em todas as refeições e não ingerir nenhum tipo de doce, guloseima ou bebidas alcoólicas em nenhum dia da semana. Alguns exemplos destes alimentos são frutas e cereais integrais. Veja alguns Alimentos ricos em fibras.
Um nutricionista deverá ser consultado para que a alimentação consiga suprir todas as necessidades diárias do indivíduo.
5 Dicas para ter uma barriga negativa

3. Beba bastante água

A água hidrata o organismo, sacia a fome e facilita o trânsito intestinal, além disso, ela é isenta de calorias, o que a torna o melhor líquido para ser ingerido constantemente. Beba de 2 a 2,5 litros de água pura por dia todos os dias, mas não ingira nenhum líquido junto as refeições.

4. Invista nos suplementos alimentares

O médico ou o nutricionista podem recomendar a ingestão diária de um suplemento alimentar que auxilie no processo de emagrecimento, saciando a fome e aumentando o metabolismo. Alguns exemplos são a cetona de framboesa e african mango, mas qualquer medicamento ou suplemento só deve ser utilizado sob orientação médica. Confira alguns Suplementos para emagrecer.

5. Recorra aos tratamentos estéticos

Uma boa forma de facilitar o processo para alcançar a barriga negativa é investir nos aparelhos da medicina estética, como a carboxiterapia, lipocavitação, radiofrequência, manthus ou criolipólise. Este equipamentos garantem a eliminação das gordurinhas localizadas, conferindo ótimos resultados em relativamente pouco tempo. As sessões podem ser realizadas 1 ou 2 vezes por semana, mas o tratamento completo pode ser dispendioso, contudo, é sempre mais econômico que uma cirurgia plástica.
Saiba o que é Criolipólise: congelamento da gordura corporal
É importante frisar que nem todos podem alcançar a barriga negativa de forma saudável, pois a genética do indivíduo pode ser desfavorável e ele ter que perder uma grande quantidade de gordura para atingir estes resultados, o que pode levar à desnutrição, à anorexia ou à bulimia, que são transtornos alimentares graves que podem inclusive levar à morte. O ideal é que o indivíduo seja sempre orientado por um médico, nutricionista e por um bom preparador físico, pois somente com a ajuda destes profissionais é possível alcançar a barriga negativa sem prejudicar a saúde.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Barriga Negativa

5 Dicas para ter uma barriga negativa

A barriga negativa é aquela onde os ossos da "bacia" e das costelas são mais proeminentes que a barriga e para esculpir a barriga negativa é preciso muita dedicação, pois não basta apenas praticar exercícios físicos regularmente, é necessário ainda seguir uma dieta orientada e os aparelhos utilizados na medicina estética podem ser de grande ajuda.
Veja 5 dicas para ter uma barriga negativa:

1. Faça exercícios físicos diariamente

Para alcançar a barriga negativa aconselha-se praticar exercícios físicos diariamente. O ideal é realizar pelo menos 1 hora de exercícios por dia, investindo nos aeróbicos e na musculação. Praticar esportes, como jogar futevôlei, jiu-jitsu e muay thai? também pode ajudar a queimar bastante gordura e a fortalecer os músculos de todo o corpo. Além disso, é essencial ter uma boa postura.

2. Siga uma dieta rica em fibras

A dieta também é parte fundamental do processo para alcançar a barriga negativa e, por isso, é recomendado ingerir alimentos ricos em fibras em todas as refeições e não ingerir nenhum tipo de doce, guloseima ou bebidas alcoólicas em nenhum dia da semana. Alguns exemplos destes alimentos são frutas e cereais integrais. Veja alguns Alimentos ricos em fibras.
Um nutricionista deverá ser consultado para que a alimentação consiga suprir todas as necessidades diárias do indivíduo.
5 Dicas para ter uma barriga negativa

3. Beba bastante água

A água hidrata o organismo, sacia a fome e facilita o trânsito intestinal, além disso, ela é isenta de calorias, o que a torna o melhor líquido para ser ingerido constantemente. Beba de 2 a 2,5 litros de água pura por dia todos os dias, mas não ingira nenhum líquido junto as refeições.

4. Invista nos suplementos alimentares

O médico ou o nutricionista podem recomendar a ingestão diária de um suplemento alimentar que auxilie no processo de emagrecimento, saciando a fome e aumentando o metabolismo. Alguns exemplos são a cetona de framboesa e african mango, mas qualquer medicamento ou suplemento só deve ser utilizado sob orientação médica. Confira alguns Suplementos para emagrecer.

5. Recorra aos tratamentos estéticos

Uma boa forma de facilitar o processo para alcançar a barriga negativa é investir nos aparelhos da medicina estética, como a carboxiterapia, lipocavitação, radiofrequência, manthus ou criolipólise. Este equipamentos garantem a eliminação das gordurinhas localizadas, conferindo ótimos resultados em relativamente pouco tempo. As sessões podem ser realizadas 1 ou 2 vezes por semana, mas o tratamento completo pode ser dispendioso, contudo, é sempre mais econômico que uma cirurgia plástica.
Saiba o que é Criolipólise: congelamento da gordura corporal
É importante frisar que nem todos podem alcançar a barriga negativa de forma saudável, pois a genética do indivíduo pode ser desfavorável e ele ter que perder uma grande quantidade de gordura para atingir estes resultados, o que pode levar à desnutrição, à anorexia ou à bulimia, que são transtornos alimentares graves que podem inclusive levar à morte. O ideal é que o indivíduo seja sempre orientado por um médico, nutricionista e por um bom preparador físico, pois somente com a ajuda destes profissionais é possível alcançar a barriga negativa sem prejudicar a saúde.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

COLESTEROL: 13 Alimentos que Controlam o Colesterol Alto



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

13 alimentos que controlam o colesterol alto

Esta turma equilibra as taxas e mantém longe as doenças do coração

POR REDAÇÃO - ATUALIZADO EM 27/10/2016

A dupla hábitos alimentares saudáveis e prática regular de exercícios físicos é capaz de manter as taxas de colesterol bom (HDL) e ruim (LDL) em perfeito equilíbrio, afastando de perto o risco de infarto e derrame cerebral, além de outras doenças como o Mal de Alzheimer. Quem sofre com o problema sabe bem que a solução para este mal não está nas pílulas. Nem que você siga à risca os horários e as doses dos remédios, sem controlar a alimentação, as taxas de colesterol jamais entram nos eixos. Mas o contrário até pode acontecer: há quem aprenda a montar pratos saudáveis e, desta forma, passe longe da farmácia. A seguir, confira a lista de alimentos, para encampar uma batalha contra o colesterol alto e sair vencedor (sem, é claro, abrir mão de comer bem).
1 de 13


salmão com batatas - Foto: Getty Images
Peixes: Eles são excelente fonte de ácido graxo ômega 3, um tipo de gordura boa, do tipo insaturada, encontrada nos peixes de água fria, como salmão, atum e truta. "A gordura insaturada ajuda na redução dos níveis de triglicerídeos e colesterol total do sangue; reduz o risco de formação de coágulos, além de tornar o sangue mais fluido; sendo, portanto, importante aliada na prevenção das doenças cardiovasculares", explica nutricionista da Unifesp Ana Maria Figueiredo Ramos.

Aveia



aveia - Foto: Getty Images
Além das fibras insolúveis, a aveia contém uma fibra solúvel chamada betaglucana, que exerce efeitos benéficos ao nosso organismo. Ela retarda o esvaziamento gástrico, promovendo maior saciedade, melhora a circulação, controla a glicemia (açúcar no sangue) e inibe a absorção de gordura (colesterol). "A aveia diminui as concentrações de colesterol total, lipídios totais e triglicerídios de forma significativa e aumenta a fração do bom colesterol (HDL)", explica nutricionista da Unifesp Ana Maria Figueiredo Ramos.

Oleaginosas



oleaginosas - Foto: Getty Images
Oleaginosas: Nozes e castanhas apresentam grande quantidade de antioxidantes, responsáveis por combater o envelhecimento celular e prevenir doenças coronárias, além de diversos tipos de câncer. A arginina, também presente em quantidades interessantes nas oleaginosas, atua como importante vasodilatador, contribuindo para a redução do risco de desenvolvimento de doenças do coração.

Chocolate amargo



Chocolate amargo - Foto Getty Images
O leite e a manteiga de cacau acrescentam doses de gordura saturada na guloseima que provoca arrepios de desejo, principalmente nas mulheres. Mas o chocolate amargo pode fazer parte da sua dieta, porque é rico em flavonóides (substâncias que diminuem o LDL). Diariamente, inclua 30g do doce como sobremesa. Só não vale compensar: a porção de hoje não fica acumulada para amanhã, ou seu organismo não dá conta de aproveitar os benefícios.

Azeite



azeite - Foto: Getty Images
É fonte de ácido oléico, que regula as taxas de colesterol e protege contra doenças cardíacas. Faz bem ao aparelho cardiocirculatório e para controlar o diabetes do Tipo 2, reduzindo a taxa glicêmica. É também uma grande fonte de antioxidantes, como a vitamina E.

Alcachofra



Alcachofra - Foto Getty Images
Suas fibras são resistentes à ação de enzimas e por isso apresentam muitas vantagens, entre as quais: diminuição dos níveis de colesterol e triglicérides sanguíneos ; redução do risco de obesidade e diabetes, fatores de risco para a saúde do coração. Uma porção de 100 g possui apenas 50 calorias. "Como ela ajuda na quebra de gorduras e no controle do colesterol, é bastante recomendada para prevenir doenças cardíacas", explica a nutricionista nutricionista da Unifesp Ana Maria Figueiredo Ramos.

Laranja



laranja - Foto: Getty Images
Ela não é boa só para gripes e resfriados. Um estudo realizado pela Universidade de Viçosa, em Minas Gerais, e publicado na revista American Heart Association, concluiu que os flavonoides, substâncias antioxidantes presentes na fruta, diminuem os níveis de LDL (colesterol ruim) no organismo, pois limitam a absorção do colesterol no intestino.

Vinho



vinho tinto e branco - Foto: Getty Images
A ingestão moderada da bebida (uma a duas doses por dia) promove elevação de aproximadamente 12% nos níveis de HDL, colesterol bom, semelhante à encontrada com a prática de exercícios. "A maioria dos efeitos protetores do vinho tinto são atribuídos aos flavanoides, que possuem propriedades antioxidantes, vasodilatadoras e anti-coagulante plaquetária", diz Ana Maria.

Linhaça



Linhaça
A semente é um dos alimentos mais ricos em ômega 3, por isso, é responsável por prevenir doenças cardiovasculares, e evitar coágulos ao diminuir as taxas de colesterol total e de LDL colesterol (ruim) e aumentar as de HDL colesterol (bom). Os benefícios da linhaça se potencializam quando a semente é moída ou triturada, já que sua casca é resistente à ação do suco gástrico e passa sem sofrer digestão no trato gastrointestinal.

Canela



canela - Foto Getty Images
Pesquisadores da Kansas State University, nos Estados Unidos, constataram que consumir meia colher de sopa por dia desta especiaria tem papel importante no combate ao colesterol ruim (LDL). Os pesquisadores acreditam que tal redução é resultado da ação dos antioxidantes presentes na canela.

Soja



Soja - Foto Getty Images
Além de ajudar a controlar problemas hormonais para as mulheres que estão na menopausa, a soja é uma excelente opção para quem quer proteger o coração: "ela ajuda a diminuir o colesterol ruim (LDL), aumenta o colesterol bom (HDL) e fortalece o organismo de infecções", explica nutricionista da Unifesp Ana Maria Figueiredo Ramos.

Açaí



Açaí - Getty Images
Apesar do alto teor de gordura do açaí, trata-se em grande parte de gorduras monoinsaturadas (60%) e poli-insaturadas (13%). Estas gorduras são benéficas e auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL) e melhoram o HDL, contribuindo na prevenção de doenças cardiovasculares, como o infarto. Cada 100g do fruto tem 262 calorias. "O açaí tem gorduras que fazem bem para a saúde e por isso deve ser incluído no cardápio, porém, o ideal é consumi-lo sem adição de complementos muito calóricos, isso ajuda a manter a dieta", sugere Robert Stella. Gorduras: 52%, Fibras: 25%, Proteínas: 10%.

Chá



Chá
Principalmente o chá verde, pois os flavonoides, encontrados nesse tipo de chá, funcionam como antioxidantes e ajudam a prevenir a inflamação dos tecidos. Estas substâncias também podem proteger contra a formação de coágulos, que são as principais causas de ataques do coração.


COLESTEROL



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

COLESTEROL

O que é Colesterol?

Sinônimos: colesterol hdl, colesterol ldl
O colesterol é um tipo de gordura encontrada em nosso organismo importante para o seu funcionamento normal. O colesterol é o componente estrutural das membranas celulares em nosso corpo e está presente no coração, cérebro, fígado, intestinos, músculos, nervos e pele. Nosso corpo usa o colesterol para produzir alguns hormônios, tais como vitamina D, testosterona, estrógeno, cortisol e ácidos biliares que ajudam na digestão das gorduras. Aproximadamente 70% do colesterol é produzido pelo nosso próprio organismo, no fígado, enquanto que os outros 30% é proveniente da dieta.


Tipos

Por se tratar de uma substância gordurosa, o colesterol não se dissolve no sangue. Portanto para ser transportado através da corrente sanguínea e alcançar os tecidos periféricos o colesterol precisa de um carregador. Esta função cabe às lipoproteínas que são produzidas no fígado:


  • HDL (Highdensity lipoprotein / Lipoproteína de densidade alta) também conhecido como "colesterol bom"
  • LDL (Low-density lipoprotein / Lipoproteína de densidade baixa) também conhecido como "colesterol ruim ou mau colesterol"
  • VLDL (Very low-density lipoprotein / Lipoproteína de densidade muito baixa) também conhecido como “transportador” de LDL, HDL e triglicérides
O aumento dos níveis de colesterol é chamado de dislipidemia. Durante muito tempo os médicos avaliaram o grau de dislipidemia através dos valores do colesterol total, que nada mais é do que a soma dos níveis sanguíneos de HDL, LDL, VLDL. Porém existem o colesterol ruim e o colesterol bom, o que torna pouca eficiente a avaliação conjunta deles.

 A maioria das possíveis causas para se desenvolver colesterol alto são atitudes que podemos controlar. Existem apenas alguns fatores de risco para o colesterol elevado que estão fora do nosso alcance.

Sexo e Idade

Ser mulher na menopausa aumenta o risco de colesterol alto. O hormônio feminino enquanto produzido oferece um efeito protetor sobre o colesterol HDL. Por esta razão, desde a puberdade até a menopausa, as mulheres geralmente têm níveis mais elevados de colesterol HDL "bom" e níveis mais baixos de colesterol LDL "mau" do que os homens. Após a menopausa, as mulheres tendem a ter níveis mais elevados de LDL do que os homens, aumentando as chances de doença coronária.

História familiar

Ter uma história familiar de colesterol alto é também um fator de risco. Se o colesterol alto é devido aos genes herdados, uma pessoa pode nascer com níveis elevados de colesterol LDL devendo realizar acompanhamento médico desde a infância.

Obesidade

Um índice de massa corporal (IMC) de 30 ou mais coloca uma pessoa em maior risco de colesterol alto.

Inatividade Física

Não fazer exercícios aumenta o risco de colesterol LDL alto.

Fumar

O tabagismo prejudica as paredes arteriais tornando-as mais suscetíveis ao acúmulo de colesterol LDL. Fumar também pode diminuir o colesterol HDL.

Diabetes

Pessoas com diabetes mellitus são mais suscetíveis a possuírem baixos níveis de colesterol HDL "bom" e níveis elevados de colesterol LDL "mau". Assim como o tabagismo, o açúcar elevado no sangue pode danificar as paredes arteriais.

Alimentação

Uma dieta rica em gordura saturada, gordura trans e açúcar pode elevar o LDL "mau" e os níveis de triglicerídeos, aumentando o risco geral de colesterol alto.
Uma dieta rica em gorduras insaturadas e pobres em gorduras saturadas está indicada para todas as pessoas, independente do valor do seu colesterol. Porém se você tem dislipidemia, seguir esta dieta é ainda mais importante.
Entretanto, nem sempre a dieta sozinha resolve o problema do colesterol alto, isto porque o aumento do colesterol LDL está relacionado a fatores genéticos e alimentares. 70% do nosso colesterol é de origem endógena (produzido pelo fígado) e apenas 30% vem da alimentação. Logo, se os valores do LDL forem muito elevados, somente a dieta não será suficiente para normalizar os valores do colesterol ruim.


Sintomas de Colesterol

Colesterol alto não provoca sintomas. Portanto colesterol alto não causa cansaço, dor de cabeça, falta de ar, dor no peito, palpitação, prostração ou qualquer outro sintoma. O colesterol alto é uma doença silenciosa. A única maneira de saber os níveis de colesterol é através do exame de sangue.
Mesmo quando o paciente apresentar valores extremamente elevados não irá apresentar sintomas. Os sintomas como dor no peito, falta de a , palpitação podem estar associados a uma doença causada pelo aumento dos níveis de colesterol com agnina pectoris ou mesmo infarto agudo do miocárdio.


Diagnóstico de Colesterol

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, os níveis ideais de colesterol no sangue devem ser:
  • Pacientes de alto risco: LDL abaixo de 70 mg/dL
  • Pacientes de risco intermediário: LDL abaixo de 100 mg/dL
  • Pacientes com baixo risco devem ter seus limites de colesterol individualizados pelo médico.
São condições de alto risco:
  • Doença aterosclerótica arterial coronária, cerebrovascular ou obstrutiva periférica, com manifestações clínicas (eventos CV).
  • Ateroclerose na forma subclínica, significativa, documentada por metodologia diagnóstica.
  • Procedimentos de revascularização arterial.
  • Diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2.
  • Doença renal crônica.
  • Hipercolesterolemia familiar (HF).
São considerados como de baixo risco aqueles com probabilidade menor que 5% de apresentarem os principais eventos cardiovasculares (doença arterial coronariana, AVC, doença arterial obstrutiva periférica ou insuficiência cardíaca) em 10 anos. Os pacientes classificados nessa categoria e que apresentem histórico familiar de doença cardiovascular prematura serão reclassificados para risco intermediário.
São considerados como de risco intermediário homens com risco calculado entre 5% e 20% e mulheres com risco calculado entre 5% e 10% de ocorrência de algum dos eventos citados.
São considerados de alto risco aqueles com probabilidade de evento cardiovascular acima de 20% para homens e acima de 10% para mulheres no período de 10 anos.
Nos indivíduos de risco intermediário deve-se utilizar os fatores agravantes, que quando presentes (pelo menos um desses) reclassificam o indivíduo para a condição de alto risco:
  • História Familiar de doença arterial coronária prematura (parente de primeiro grau masculino com menor de 55 anos ou feminino com menos de 65 anos)
  • Critérios de Síndrome metabólica de acordo com a International Diabetes Federation (IDF)
  • Microalbuminúria (30-300 µg/min) ou macroalbuminúria (>300 µg/min)
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
  • Proteína-C-Reativa de alta sensibilidade acima de 2 mg/dL
  • Espessura íntima-média de carótidas acima de 100
  • Escore de cálcio coronário acima de 100
  • Índice tornozelo-braquial (ITB) abaixo de 0,9.

Tratamento de Colesterol

Mudanças no estilo de vida

Uma dieta rica em gorduras insaturadas e pobres em gorduras saturadas está indicada para todas as pessoas, independente do valor do seu colesterol. Porém se você tem dislipidemia, seguir esta dieta é ainda mais importante. Entretanto, nem sempre a sozinha resolve o problema do colesterol alto, isto porque o aumento do colesterol LDL está relacionado a fatores genéticos e alimentares.Todo paciente com colesterol elevado deve se submeter à dieta, praticar exercícios físicos regulares e se estiver acima do peso, emagrecer.
Lembre-se de que todos os alimentos de origem animal possuem colesterol. Portanto, dê preferência a alimentos de origem vegetal: frutas, verduras, legumes e grãos. Quem tem predisposição ao colesterol alto deve seguir as mesmas recomendações descritas no tratamento: manter hábitos de vida saudáveis, evitar o fumo e controlar o colesterol e a pressão arterial. Sugestões de hábitos:
  • Coma mais frutas e vegetais
  • Coma mais peixe grelhado ou assado e menos carnes fritas
  • Coma uma variedade de alimentos ricos em fibras, como aveia, pães integrais e maçãs. As fibras ajudam a reduzir as taxas de colesterol
  • Limite a ingestão de gorduras saturadas, como gordura de derivados de leite
  • Limite os alimentos ricos em colesterol, como gema de ovo e fígado
  • Utilize derivados de leite pobres em gordura: leite desnatado, iogurte desnatado e sorvetes light
  • Evite frituras. 

Os cuidados com a alimentação devem ser redobrados por pessoas com diabetes, pois estas apresentam riscos de manifestações da aterosclerose de três a quatro vezes maior que as pessoas não-diabéticas. Há alimentos que ajudam a reduzir as taxas de colesterol no sangue, assim como também existem os que devem ser evitados.

Medicamentos

Apesar da dieta e da atividade física muitas vezes o colesterol permanece elevado, e muitas vezes devemos usar medicamento para diminuir os níveis de LDL.
Os medicamentos de escolha para redução do LDL e aumento do HDL são as chamadas estatinas, também chamadas de inibidores da enzima HMG-coA reductase (enzima do fígado responsável pela produção de colesterol).
As estatinas que dispomos nas farmácias são:
  • Sinvastatina
  • Atorvastatina
  • Fluvastatina
  • Pravastatina
  • Rosuvastatina
  • Pitavastatina

Medicamentos para Colesterol

Os medicamentos mais usados para o tratamento de colesterol são:
Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.


Complicações possíveis

Níveis elevados de colesterol estão associados a doenças coronarianas e aterosclerose. As recomendações habituais são para uma ingestão diária de colesterol inferior a 300 mg, quantidade que representa cerca de 50% da quantidade ingerida pelos norte-americanos.
O colesterol, popularmente chamado de gordura do sangue, é uma substância gordurosa, esbranquiçada e sem odor. Não existe nos vegetais, apenas no organismo dos animais. Em pequenas quantidades, é necessário para algumas funções do organismo; em excesso, causa problemas.
Encontrado em todas as células do organismo, o colesterol é utilizado para a produção de muitas substâncias importantes, incluindo alguns hormônios e ácidos biliares.

Aterosclerose

É o endurecimento das paredes dos vasos causado pela deposição de gordura e colesterol. Existe uma predisposição genética que, combinada com o fumo, o estresse, a vida sedentária e a pressão alta, pode levar à doença.
Getty Images Na aterosclerose, placas de gordura diminuem o diâmetro dos vasos sanguíneos e podem levar à obstrução totaL


Prevenção

Além de uma alimentação equilibrada, há outras maneiras de evitar o aumento do colesterol e, até mesmo, diminuí-lo:
  • Fazer exercícios físicos: a atividade física pode ajudálo a emagrecer e a diminuir as tensões. Controlando o peso, fazendo exercício ou praticando esporte, você se sente melhor e diminui o risco de infarto e os níveis de colesterol no sangue
  • Não fumar: o cigarro é um fator de risco para doença coronária. Aliado ao colesterol, multiplica os riscos
  • Evitar o estresse: uma vida menos estressada também diminui o risco de infarto e redução do colesterol. Procure transformar as suas atividades diárias em algo que lhe dê satisfação
  • Fazer uma dieta com baixos níveis de gordura e colesterol: seja rigoroso no controle da alimentação.
Lembre-se de que todos os alimentos de origem animal têm colesterol. Portanto, dê preferência a alimentos de origem vegetal: frutas, verduras, legumes e grãos. Quem tem predisposição ao colesterol alto deve seguir as mesmas recomendações descritas no tratamento: manter hábitos de vida saudáveis, evitar o fumo e controlar o colesterol e a pressão arterial. Sugestões de hábitos:
  • Coma mais frutas e vegetais
  • Coma mais peixe grelhado ou assado e menos carnes fritas
  • Coma uma variedade de alimentos ricos em fibras, como aveia, pães integrais e maçãs. As fibras ajudam a reduzir as taxas de colesterol
  • Limite a ingestão de gorduras saturadas, como gordura de derivados de leite
  • Limite os alimentos ricos em colesterol, como gema de ovo e fígado
  • Utilize derivados de leite pobres em gordura: leite desnatado, iogurte desnatado e sorvetes light
  • Evite frituras.
Os cuidados com a alimentação devem ser redobrados por pessoas com diabetes, pois estas apresentam riscos de manifestações da aterosclerose de três a quatro vezes maior que as pessoas não-diabéticas. Há alimentos que ajudam a reduzir as taxas de colesterol no sangue, assim como também existem os que devem ser evitados. Para isso, preste atenção nas duas listas abaixo:

Alimentos ricos em colesterol:

  • Bacon
  • Chantilly
  • Ovas de peixes
  • Biscoitos amanteigados
  • Doces cremosos
  • Pele de aves
  • Camarão
  • Queijos amarelos
  • Carnes vermelhas "gordas"
  • Gema de ovos
  • Sorvetes cremosos
  • Creme de leite
  • Lagosta
  • Vísceras.

Alimentos que ajudam a reduzir o colesterol:

  • Aipo
  • Couve-de-bruxelas
  • Bagaço da laranja
  • Ameixa preta
  • Ameixa preta
  • Couve-flor
  • Mamão
  • Amora
  • Damasco
  • Mandioca
  • Azeite de oliva
  • Ervilha
  • Pão integral
  • Aveia
  • Farelo de aveia
  • Pêra
  • Cenoura
  • Farelo de trigo
  • Pêssego
  • Cereais integrais
  • Feijão
  • Quiabo
  • Cevada
  • Figo
  • Vegetais folhosos.
Pronto, você já sabe o que é o colesterol e como evitá-lo. Na próxima vez que for fazer suas compras, opte por alimentos que ajudem a diminuir o colesterol e pense duas vezes antes de faltar à academia. Seu corpo agradece duplamente!


Como baixar o colesterol total (CT)?

Respondido em 21/10/2013
Dr. Bruno Valdigem Cardiologia - CRM 118535/SP
especialista minha vida
Olá,

O colesterol responde relativamente pouco a mudanças de estilo de vida apenas. Então, uma dieta adequada e prática de exercícios físicos, acompanhados do uso de medicamentos - receitados por um profissional - são mais eficazes na redução dessa substância no organismo. Entretanto, é importante lembrar que essas mudanças de estilo de vida, como dieta e exercícios, ajudam a prevenir eventos cardiovasculares (como infarto e AVC) e melhoram a saúde como um todo, trazendo diversos outros benefícios - daí a importância de manter esses há

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