sexta-feira, 31 de março de 2017

Tratamento para refluxo

Tratamento para refluxo

O tratamento para refluxo gastroesofágico envolve mudanças alimentares, no estilo de vida, uso de medicamentos e, em casos mais graves, cirurgia para correção do problema.
Os sintomas de refluxo, como ardor no peito ou regurgitação, normalmente desaparecem com o tratamento adequado da doença, diminuindo a dor, a ardência e o desconforto do paciente. Veja também: Sintomas de refluxo gastroesofágico.
Veja o que pode fazer em casa:

Remédios para refluxo

Os principais remédios utilizados no tratamento do refluxo são:
  • Antiácidos: neutralizam a acidez do estômago e evitam a sensação de queimação no esôfago. Ex: Pepsamar, Omeprazol e Sonrisal;
  • Procinéticos: aceleram o trânsito intestinal, diminuindo o tempo que o alimento fica no estômago. Ex: Plasil, metaclopramida e domperidona;
  • Protetor gástrico: formam uma camada protetora no esôfago, impedindo a agressão causada pelo ácido do estômago. Ex: Sucralfato e Omeprazol.
Esses medicamentos provocam dependência, devendo ser tomados apenas segundo orientação médica.
Remédio procinético
Antiácido

Remédios caseiros para refluxo

Alguns remédios caseiros que podem ser utilizados para tratar o refluxo são:
  • Água com limão;
  • Chá de gengibre;
  • Chá de camomila;
  • Vinagre de maçã;
  • Suco de babosa.
Esses remédios naturais melhoram a digestão e diminuem a acidez do estômago, sendo importantes aliados no combate ao refluxo. Veja como usar esses alimentos em: Remédio caseiro para refluxo gastroesofágico.
Remédios caseiros para refluxoRemédios caseiros para refluxo

Cuidados com a alimentação

Os cuidados com a alimentação para prevenir os sintomas de refluxo são:
  • Comer em menores quantidades a cada 2 ou 3 horas;
  • Aumentar o consumo de frutas e legumes;
  • Aumentar o consumo de produtos integrais, ricos em fibras;
  • Preferir carnes magras, peixes e leite e derivados desnatados;
  • Evitar beber líquidos durante as refeições;
  • Evitar comer de 2 a 3 horas antes de se deitar;
  • Evitar deitar ou fazer exercícios logo após as refeições;
  • Evitar o consumo de carnes gordurosas, salsicha, bacon e linguiça;
  • Evitar café, refrigerantes e bebidas alcoólicas;
  • Evitar chocolate, pimenta e comidas muito temperadas.
Outra dica que funciona é elevar a cabeceira da cama em pelo menos 10 cm, colocando um pedaço de madeira embaixo das pernas da cabeceira da cama. Isso ajuda a impedir que o líquido do estômago volte para o esôfago, causando o refluxo.
É importante lembrar que o excesso de peso também está ligado ao aumento dos sintomas de refluxo, sendo necessário fazer uma dieta de emagrecimento para atingir o peso adequado e controlar a doença.
Preferir carne brancas, peixes e leite desnatadoPreferir carne brancas, peixes e leite desnatado
Consumir frutas, legumes e cereais integraisConsumir frutas, legumes e cereais integrais

Refluxo infantil

O refluxo infantil tem cura e alguns cuidados devem ser tomados para tratar a doença:
  • Colocar o bebê na vertical após a mamada;
  • Deitar o bebê de barriga para cima com a cabeceira do berço levantada;
  • Evitar balançar o bebê após a mamada;
  • Evitar vestir o bebê com roupas apertadas.
Além desses cuidados, o médico pediatra pode também indicar remédios para aumentar o trânsito intestinal do bebê, como Motilium.
Caso o tratamento com dieta e remédios não controle a doença, pode ser necessário fazer uma cirurgia para curar o refluxo.

8 benefícios da caminhada para saúde

Conheça 8 benefícios da caminhada para saúde

A caminhada é uma atividade física indicada por cardiologistas para emagrecer e manter a saúde do coração e da mente, diminuindo a ansiedade e estresse, por exemplo.
Os benefícios da caminhada diária são muito variados e podem incluir:
  1. Redução do inchaço nas pernas e tornozelos;
  2. Prevenção da obesidade e ajuda a perder peso;
  3. Melhora da circulação sanguínea;
  4. Fortalecimento de todos os músculos do corpo;
  5. Melhora da postura corporal;
  6. Melhora da ansiedade e estresse;
  7. Relaxamento dos músculos da nuca e dos ombros;
  8. Prevenção de complicações cardiovasculares, como infartos e hipertensão.
Estes benefícios acontecem quando o indivíduo caminha pelo menos 2 horas e meia por semana e possui outros hábitos saudáveis, como comer alimentos frescos e pouco calóricos.

Dicas para emagrecer com a caminhada

Esta atividade pode ser feita em qualquer idade e em qualquer lugar, seja na academia, na praia ou rua e para que a caminhada seja saudável e queime calorias é importante:
  • Andar rápido, de forma a que a respiração acelere e não seja possível conversar facilmente;
  • Contrair os músculos da barriga de forma a manter uma postura correta;
  • Balançar os braços vigorosamente enquanto caminhada, pois melhora a circulação sanguínea.
Se for feita diariamente, a caminhada emagrece e ajuda a perder barriga, podendo queimar-se até 400 calorias por hora e aproximadamente 2,5 cm de barriga por mês. Além disso, quando feita num local tranquilo e com boa paisagem pode ser um ótimo tratamento para controlar o estresse.

É bom caminhar em jejum?

A caminhada em jejum não é beneficia para a saúde, pois pode levar a tonturas, enjoos e desmaios, já que o individuo pode não ter açúcar no sangue suficiente para caminhar.
Assim, o ideal é a ingestão de uma refeição ligeira, com carboidratos e fruta, como pão de cereais e suco de fruta, por exemplo, antes do exercício, evitando refeições muito volumosas para não se sentir desconfortável.

Cuidados importantes durante a caminhada

Os cuidados na caminhada incluem:
  • Utilizar calçado confortável e roupas leves;
  • Beber 250 mL de água por cada hora de caminhada;
  • Utilizar filtro solar, óculos escuros e chapéu ou boné;
  • Evitar horários mais quentes, como entre as 11h e as 14h e ruas muito movimentadas;
  • Fazer exercícios de alongamento antes e depois da caminhada, como alongar as pernas e os braços, para ativar a circulação e prevenir as cãibras. Saiba quais os exercícios que deve fazer em: Exercícios de alongamento para caminhada.
Estes cuidados na caminhada ajudam a prevenir problemas de saúde, como lesões, desidratação, insolação ou queimaduras solares.

Automassagem para perder barriga

Automassagem para perder barriga

A automassagem para perder barriga é uma ótima aliada para emagrecer porque ela mobiliza o tecido gorduroso, melhorando o contorno corporal. Além disso, a automassagem para perder barriga ajuda a:
  • Drenar o líquido acumulado junto da gordura da barriga;
  • Diminuir a flacidez da barriga;
  • Eliminar a celulite da barriga;
  • Promover o bem-estar.
A automassagem para perder barriga deve ser feita com a mulher em pé, com a coluna direita, de frente para o espelho, após o banho e com um creme para perder barriga, preferencialmente. Os movimentos devem ser realizados com alguma força e firmeza para conseguir ter bons resultados.
As imagens seguintes mostram o passo a passo da automassagem para perder barriga:
Automassagem para perder barriga
Imagem 1: Aquecimento
Espalhe pouco creme nas mãos e distribua em todo o abdômen. Com a palma das mãos, faça movimentos circulares no sentido horário ao redor do umbigo, alternando-as e depois com as mãos sobrepostas, como mostra a imagem 1. Repita os movimentos entre 10 a 15 vezes.
Automassagem para perder barriga
Imagem 2: Deslizamento
Massageie a parte lateral do abdômen usando as duas mãos, intercalando-as, de cima para baixo, pressionando sempre até chegar ao quadril, tanto para o lado direito como para o esquerdo, como mostra a imagem 2. Repita os movimentos entre 10 a 15 vezes.
Automassagem para perder barriga
Imagem 3: Drenagem
Com a palma das mãos, faça movimentos de fora para dentro e de cima para baixo em direção às virilhas, pressionando a barriga e friccionando os dedos, como mostra a imagem 3. Repita os movimentos entre 10 a 15 vezes.
A automassagem para perder barriga juntamente com uma alimentação saudável, ingestão de muita água e exercício físico resulta quando é feita pelo menos 3 vezes por semana, mas tem melhores resultados se for fazendo todos os dias.


Exercícios para afinar o rosto

Exercícios para afinar o rosto

Os exercícios para o rosto servem para eliminar o queixo duplo ou diminuir as bochechas, por exemplo, pois fortalecem a musculatura do rosto, tonificam, drenam e ajudam a desinchar o rosto.
Os exercícios devem ser realizados de frente para o espelho, todos os dias, sendo que para se obter melhores resultados deve-se fazer uma dieta e beber cerca de 1,5 a 2 litros de água por dia.
Alguns exemplos de exercícios para ajudar a emagrecer o rosto incluem:

Exercício para eliminar o queixo duplo

Exercícios para afinar o rosto
  1. Sentar-se numa cadeira, apoiando o braço numa mesa;
  2. Colocar a mão fechada embaixo do queixo, formando um punho com a mão;
  3. Pressionar o queixo para baixo e empurrar o punho, mantendo a contração por 5 segundos;
  4. Soltar e descansar por 5 segundos;
  5. Fazer este exercício 10 vezes.
Este exercício fortalece os músculos do pescoço e ajuda a eliminar a camada de gordura que forma o queixo duplo.

Exercício para diminuir as bochechas

Exercícios para afinar o rosto
  1. Sorrir e forçar ao máximo os músculos da face que formam o sorriso, mas sem fazer força com o pescoço;
  2. Manter o sorriso por 10 segundos e soltar;
  3. Descansar por 5 segundos e repetir 10 vezes.
Este exercício ajuda a emagrecer as bochechas, pois promove a contração desses músculos.

Exercícios para a testa

Exercício 1Exercício 1
Exercício 2Exercício 2
Exercício 1
  1. Levantar as sobrancelhas o mais alto possível, mantendo os olhos abertos;
  2. Fechar os olhos, mantendo-os fechados durante 10 segundos;
  3. Soltar.
Exercício 2
  1. Franzir a testa, tentando aproximar as 2 sobrancelhas o máximo possível, com os olhos abertos;
  2. Segurar por 10 segundos;
  3. Relaxar o rosto e descansar por 10 segundos.
Estes exercícios devem ser repetidos 10 vezes cada um.

Para que serve o Coágeno

Para que serve o Colágeno

O colágeno é uma proteína que dá estrutura, firmeza e elasticidade à pele, que é produzida naturalmente pelo corpo, mas que também pode ser encontrada em alimentos como carne e gelatina, em cremes hidratantes ou suplementos alimentares em cápsulas ou pó.
Esta proteína é muito importante para manter as células firmes e unidas, sendo não só importante para a pele mas também para outros tecidos como para a integridade dos músculos, dos ligamentos, dos tendões e das articulações, melhorando a sua saúde.

Quando devo usar Colágeno

Os suplementos de colágeno devem ser usados quando a concentração desta proteína diminui no corpo, causando sintomas como:
  • Diminuição da espessura dos fios de cabelo;
  • Aumento da flacidez e perda de elasticidade da pele;
  • Surgimento de rugas e de linhas de expressão;
  • Aparecimento de estrias;
  • Pele fina e desidratada;
  • Diminuição da densidade dos ossos como nos casos de osteopenia e osteoporose por exemplo;
  • Enfraquecimento das articulações e dos ligamentos.
Quando estes sintomas estão presentes, pode ser necessária a suplementação com suplementos de colágeno como BioSlim ou Collagen, que vão ajudar a balancear os níveis de colágeno no corpo.
Além disso, estes produtos ricos em colágeno podem ser especialmente importantes a partir dos 50 anos de idade, quando ocorre uma redução drástica na produção de colágeno, o que ao longo do tempo leva a uma aparência cada vez mais envelhecida. Porém, estes produtos apenas devem ser usados com acompanhamento do seu médico ou nutricionista, pois muitos suplementos de colágeno hidrolisado apresentam uma combinação de diferentes aminoácidos, vitaminas e minerais.

Principais Benefícios do Colágeno

Alguns dos principais benefícios do colágeno para o organismo são:
  • Previne o aparecimento de celulite;
  • Fortalece as unhas;
  • Fortalece o cabelo e melhora o seu aspecto;
  • Diminui o surgimento de estrias;
  • Aumenta a elasticidade da pele;
  • Previne e retarda o surgimento de rugas e linhas de expressão.
Além disso, uma vez que o colágeno dá firmeza à pele, além de prevenir o aparecimento da celulite, pode tambem ajudar também no se tratamento, pois com a pele mais firme os nódulos da celulite tendem a não aparecem tanto.

Como repôr o Colágeno

Para repôr o colágeno no organismo, pode-se fazer uma alimentação rica neste nutrientes, sendo por isso importante consumir alimentos ricos em colágeno como:
  • Carnes vermelhas;
  • Carnes brancas;
  • Gelatina;
  • Geleia de mocotó.
A melhor forma de combater o envelhecimento e manter a pele bem firme, é consumir diariamente estes alimentos ou suplementos alimentares de colágeno hidrolisado em cápsulas, pó ou comprimidos, que vão ajudar a repor os níveis de colágeno no corpo. Saiba mais sobre os alimentos ricos em colágeno e suplementos em Alimentos ricos em colágeno.
Porém, é preciso que tome sempre o colágeno junto com alimentos ricos em vitamina C como laranja, kiwi, ananás ou mamão, pois é esta vitamina a responsável por permitir a absorção do colágeno pelo organismo. Por isso, o recomendado é tomar as cápsulas de colágeno ou o pó junto com um suco de laranja ou kiwi por exemplo, para garantir que o colágeno é devidamente absorvido pelo organismo.

Suplementos de Colágeno

Os suplementos de colágeno podem ser tomados na forma de cápsulas, comprimidos ou pó, e alguns exemplos são:
  • BioSlim Colágeno, da Herbarium: Colágeno em pó que deve ser diluído em líquidos antes de tomar e custa cerca de 20 reais;
  • Collagen, da Performance Nutrition: Colágeno na forma de cápsulas e que custa em média 35 reais;
  • Colágeno hidrolisado, da Sanavita: suplemento de colágeno em pó com zinco, vitamina A, C e E e o seu preço varia entre os 30 e os 50 reais.
Estes suplementos, podem ser comprados em farmácias, lojas de produtos naturais, farmácias de manipulação ou lojas on-line por exemplo. Além disso, o tratamento com estes suplemento deve prolongar-se durante um mínimo de 9 meses, sendo recomendada uma dose máxima diária de 9 g de colágeno. Veja como deve ser feito o tratamento com colágeno hidrolisado em Como tomar Colágeno Hidrolisado.
Mais sobre este assunto:

A dieta do limão para emagrecer

Aprenda a fazer a dieta do limão para emagrecer

O limão é uma grande ajuda a emagrecer porque desintoxica o organismo, desincha porque tem ação diurética e aumenta a sensação de saciedade. Além disso limpa também o paladar, tirando a vontade de comer alimentos doces que engordam ou prejudicam a dieta.
Para ter esses benefícios, basta espremer meio limão em um copo de água e beber meia hora antes do café da manhã, do almoço e do jantar, por exemplo. Ou colocar rodelas de limão na garrafa de água que se bebe durante o dia.
Todas as variedades do limão podem ser utilizadas, e essa fruta também tem propriedades que ajudam a fortalecer o sistema imunológico, proteger o corpo doenças como gripes e resfriados e evitar o envelhecimento precoce e alcalinizar o sangue, o que o torna um excelente antioxidante.

Como fazer a dieta do limão para emagrecer

A maneira correta de usar o limão para emagrecer é espremer meio limão em um copo de água e beber logo em seguida, sem adicionar açúcar. Deve-se fazer isso logo após acordar em jejum, cerca de 30 minutos antes de tomar o café da manhã, utilizando água morna. Essa mistura irá ajudar a limpar o intestino, eliminando o excesso de gordura e de muco que se acumula nesse órgão.
O limão também pode ser tomado antes das refeições principais, mas com água gelada. A água gelada faz com que o organismo tenha que gastar mais energia para aquecê-la, queimando algumas calorias a mais, o que também ajuda a emagrecer. Outra opção é adicionar raspas de gengibre ao suco, pois essa raiz também tem propriedades que ajudam na perda de peso. Veja mais em: Chá de Gengibre para Emagrecer.

Benefícios do limão

Além de ajudar a emagrecer, os benefícios do limão são:
  • Fortalecer o sistema imune e proteger o organismo contra gripes e resfriados;
  • Ajudar a eliminar as toxinas do corpo;
  • Evitar doenças como câncer e envelhecimento precoce;
  • Reduzir a acidez corporal, melhorando o metabolismo do corpo.
Todas as variedades de limão trazem esses benefícios, e também podem ser usadas para temperar saladas, carnes e peixes, o que ajuda aumentar o consumo dessa fruta.
Com a dieta do limão, pode-se emagrecer de 2 a 8 kg por mês, principalmente quando associada a uma dieta para emagrecer e à prática regular de exercícios físicos.

Como perder gordura sem perder massa muscular.

Como perder gordura sem perder massa muscular

Poucos indivíduos conseguem perder gordura sem comprometer sua massa muscular. Separamos algumas dicas que vão auxiliar a reduzir as perdas musculares.



Quem tem um treino de musculação bem estruturado sabe que existem fases onde tanto o treinamento quanto a dieta tem o foco na obtenção de massa muscular. Nesse período, altas ingestões calóricas acontecem e quase que inevitavelmente se acumula gordura subcutânea, que prejudica a definição muscular. Desta forma, após atingir o volume muscular desejado, é hora de “secar” e diminuir seu percentual de gordura.
Até aí tudo certo, mas como fazer isso sem perder a massa muscular tão arduamente conquistada? Existem diversas maneiras de se fazer isso e já adianto de antemão, é sim totalmente possível baixar o percentual de gordura sem perder massa muscular.
Assim como no período onde você buscava aumentar sua massa muscular, no período de diminuição do percentual de gordura, o treino e a dieta tem de estarem atrelados ao seu objetivo. Você não vai conseguir seu objetivo se tiver um dieta rica em gorduras e carboidratos simples ou se o seu treino não for intenso o suficiente.
Mas se você espera encontrar fórmulas mágicas ou mirabolantes aqui, sinto te desapontar, não encontrará. Nosso corpo segue alguns padrões, que mesmo com sua individualidade, acaba influenciando praticamente todas as pessoas.
Veja então alguns fatores que devem ser levados em conta na hora de eliminar sua gordura corporal sem perder massa muscular.

4 dicas para perder gordura perdendo pouca massa muscular

1° Intensifique seu treinamento:
Um dos erros mais comuns de quem quer “secar” é usar exatamente o mesmo treino do que quando estava na fase de ganho de massa muscular. É imprescindível que nessa fase se tenha uma intensidade de treinamento bastante elevada. Não apenas para a manutenção do que já foi conquistado, mas para o aumento da massa muscular geral. Apesar de este não ser o objetivo principal, é muito importante que o treino tenho o foco no aumento do tamanho das fibras musculares. Até porque sua dieta vai ser mais restrita, mas não em proteínas.
Outro fator que faz isso ser importante é que quanto mais músculos tiver, mais rapidamente conseguirá eliminar as reservas de gordura, já que seu metabolismo será acelerado ainda mais.
2° Não descuide das calorias:
 Muitas pessoas acham que para reduzir o percentual de gordura precisam de dietas restritivas. Mas como já mencionamos neste artigo (Por que as dietas restritivas não funcionam?) nosso corpo precisa de todos os nutrientes para que a queima lipídica aconteça e você emagreça de verdade. Você tem que consumir proteínas de maneira equilibrada, pois um dos principais erros quando se quer eliminar gordura corporal é o desequilíbrio entre os nutrientes. Proteína demais, além do que seu corpo precisa, não é absorvida e acaba sendo expelida.
Outro fator bastante importante é a questão dos carboidratos, pois como também já mencionamos neste artigo (Os Carboidratos são mesmo os vilões do emagrecimento?) os carboidratos não devem ser deixados de lado, mesmo que muitas metodologias e dietas assim preguem, pois eles são importantes para a regeneração muscular entre outras funções.
A questão toda é equilíbrio e escolher adequadamente seus alimentos. Glicose em excesso é convertida em gordura, mas só em excesso. Coma carboidratos de baixo índice glicêmico e tenha moderação, não é necessário deixar eles de fora de sua dieta.
3° Invista no cardio com moderação:
Quem busca eliminar gordura pode ter bons resultados com a prática do cardio, mas com cuidado para não exagerar. Excesso de exercícios predominantemente aeróbicos causam desgaste muscular e podem prejudicar seu treino de força. Sem falar que se o seu treinamento for de alta intensidade, o popular HIIT, você terá também uma queima de gordura decorrente deste treino. Em alguns casos, o cardio é totalmente dispensável e onde ele for indicado, uma boa saída é a guerrilha cardio (Guerrilha cardio, uma maneira eficiente de perder gordura).
4° Aposte nos treinos compostos:
Se para a hipertrofia, os treinos compostos nem sempre tem um resultado tão positivo, para a queima de gordura eles podem ser de grande valia. Isso por causa de uma característica muito importante, que é a produção de testosterona. Como você vai ter um recrutamento muito maior de fibras musculares, seu sistema endócrino irá liberar mais testosterona. Mas isso só irá acontecer se o seu treino for curto e intenso.
Treinos longos, com mais de 40 minutos aproximadamente, irão causar a produção de cortisol, que é o hormônio oposto a testosterona e causa catabolismo de sua massa magra. Invista em treinos que tenham uma intensidade elevada e não ultrapassem a barreira dos 40 minutos na totalidade.
Além de tudo isso, uma outra característica é muito importante para quem busca baixar seu percentual de gordura de forma eficaz, sem perder massa magra. É a paciência e o foco. Nesta fase é necessário muito foco para manter a disciplina e não descuidar nem da dieta, nem do treino e nem do descanso. E paciência para aguardar os resultados, que não vão aparecer da noite para o dia. Por isso, tenha foco no objetivo e paciência para que o processo ocorra de forma natural. Bons treinos!

Segundo estudos, praticar atividades físicas pode ajudar no funcionamento das célular musculares diminuindo danos causados pela idade

Segundo estudo, praticar atividades físicas pode ajudar no funcionamento das células musculares diminuindo danos causados pela idade

O envelhecimento vai além das ruguinhas e flacidez visíveis: ele chega até o nível celular de nosso corpo. O efeito dos anos nas células musculares é especialmente grave porque elas não se regeneram facilmente e tornam-se mais fracas  as mitocôndrias, responsáveis por produzir energia, diminuem em vigor e número. Entretanto, um estudo publicado este mês na Cell Metabolism sugere que certos tipos de exercícios podem diminuir um pouco dos danos que os anos causam nessas organelas.
Os pesquisadores da Clínica Mayo, em Minnesota, nos EUA, realizaram uma experiência com as células de 72 homens e mulheres saudáveis, mas sedentários, com idade igual ou inferior a 30 anos, ou mais de 64. Após testar a aptidão aeróbia, níveis de açúcar, atividade genética e saúde mitocondrial em suas células musculares, os voluntários foram distribuídos aleatoriamente em cinco grupos – um deles não se exercitava e os outros quatro seguiam diferentes rotinas de treino: musculação intensa várias vezes por semana, musculação leve, HIIT três vezes por semana em bicicleta e 30 minutos pedalando em bicicletas ergométricas em ritmo moderado algumas vezes por semana.
Veja também: Estudo aponta que consumir grãos integrais acelera o metabolismo
Após 12 semanas, os exames e testes foram repetidos. Os resultados inesperados foram encontrados nas células musculares que passaram por biópsia: entre os participantes mais jovens que seguiram uma rotina intensa de exercícios, os níveis de atividade tinham mudado em 274 genes, em comparação com 170 genes daqueles que exerceram exercícios moderados e 74 dos que fizeram apenas treinos de musculação. Entre os participantes mais velhos, quase 400 células daqueles que seguiram uma rotina de treinos intensa tiveram melhoria no funcionamento, comparados com 33 dos que seguiram os treinos de musculação e somente 19 nos que se exercitaram moderadamente.
Os responsáveis pelo estudo acreditam que muitos desses genes afetados, especialmente nas células dos participantes que fizeram HIIT, influenciam a capacidade das mitocôndrias de produzir energia para as células musculares. O grupo que fez exercícios intervalados apresentou melhora no número e na saúde de suas mitocôndrias.
Segundo o Sreekumaran Nair, da Clínica Mayo, o declínio na saúde celular dos músculos associado ao envelhecimento foi diminuído com o exercício, especialmente com sessões intensas. Na verdade, as células das pessoas mais velhas responderam de forma mais forte ao exercício intenso do que as células dos jovens – o que nos leva a refletir que nunca é tarde demais para se beneficiar dos exercícios.

6 atitudes para adotar q uando o resultado na academia não aparece


6 atitudes para adotar quando o resultado na academia não aparece

Alguns hábitos simples podem se tornar aliados para a mudança em seu corpo se tornar visível

Uma rotina de treino que gera resultados de fato tem significados diferentes para pessoas diferentes – afinal, as razões para praticar exercícios nem sempre é a mesma. Talvez você só queira manter seu coração saudável e reduzir o seu risco de doenças. Ou talvez tenha um objetivo específico, como completar uma prova corrida, perder peso ou construir músculos.
Fatores como exercício, dieta, sono, stress, saúde mental, alterações hormonais e até mesmo seus genes podem tornar a missão para você alcançar suas metas mais fácil ou mais difícil. Se seus objetivos envolvem perda de peso ou aumento de músculos, pode ser desanimador passar horas na academia e não ver grandes resultados mesmo após meses de empenho.
Enquanto alguns passos só podem ser dados com a ajuda de profissionais da saúde – como uma dieta prescrita por um profissional da nutrição –, as estratégias a seguir vão ajudar a maioria das pessoas a chegar mais perto das meta fitness: Saiba mais: Por que todo ano a Dash é eleita a melhor dieta do mundo

1. Priorize o sono

Uma noite ruim de sono sabota seus esforços em vários níveis. A falta de descanso afeta os hormônios que controlam o apetite, fazendo com que você sinta a necessidade de comer lanches que forneçam energia rápida (geralmente alimentos altamente calóricos, açucarados e gordurosos). Além disso, seu metabolismo pode ficar mais lento e sua energia, cair. A dica é estabelecer um ritual relaxante para dormir, deixando os aparelhos eletrônicos longe da cama e evitar o consumo de cafeína perto da hora de dormir.

2. Tenha dias de recuperação ativos

A planilha pede descanso para hoje? Isso não significa que você deve se jogar no sofá com um pacote de salgadinhos. Uma boa opção é fazer uma caminhada com seu pet, um treino de corrida lenta, dar uma volta de bike pela vizinhança ou ir à aula de ioga – dependendo, é claro, do seu nível de condicionamento físico. Assim, seu corpo vai continuar em movimento (queimando mais calorias do que se você ficasse totalmente parada) e ainda descansará para treinos mais intensos.
Veja também: 6 maneiras simples de cortar calorias no seu dia

3. Diminua os industrializados

Sabemos que uma rotina cheia de compromissos pede lanches rápidos e é praticamente impossível cortar todos os itens industrializados da alimentação, mas sempre que puder, dê preferência aos naturais. Uma boa dica é: se for consumir algo direto da embalagem, confira os ingredientes – quanto menor for a lista, melhor!

4. Fique de olho nas porções

Pode ser difícil controlar a quantidade do que você come, especialmente se está fora de casa. Mas mesmo que as escolhas forem saudáveis, fique de olho na quantidade para não acabar consumindo mais calorias ou nutrientes do que o recomendado para um dia.

5. Mantenha o equilíbrio

Comer os alimentos e as quantidades certas é importante para alcançar seus objetivos, mas comer algo que está fora da dieta habitual também aparece como uma ajuda importante para manter o equilíbrio e não acabar perdendo a linha mais tarde.

6. Divirta-se

Escolher um treino de que você realmente goste vai levar seus resultados mais longe: você vai sentir vontade de ir às aulas, colocar mais energia nos movimentos e não vai abandonar a modalidade tão facilmente.

Os 10 melhores alimentos anti-inflamatórios que você deve ter sempre à mão

Os 10 melhores alimentos anti-inflamatórios que você deve ter sempre a mão

Além de nutritivos, eles ainda combatem os radicais livres e as toxinas – substâncias que causam a inflamação no organismo

Com os níveis de stress elevados e a dependência excessiva de alimentos processados, a inflamação – que perturba o equilíbrio natural do corpo – é cada vez mais frequente em nosso organismo. Resultado: maior exposição à doenças. Porém, há esperança! Aqui, listamos os 10 alimentos que vão prevenir o envelhecimento precoce e ajudar a combater problemas da cabeça aos pés:
1. Azeite extravirgem
Ele é rico em polifenóis, substâncias que proporcionam benefícios antioxidantes e anti-inflamatórios. Por isso, vale usar o azeite de oliva extravirgem na maioria de suas refeições. Mais de 70% do seu teor de gordura vem de uma gordura monoinsaturada, chamada ácido oléico, que ajudar a baixar a pressão arterial, reduzir o LDL (colesterol ruim) e aumentar o HDL (colesterol bom).
2. Ervas e temperos
Ervas e especiarias são cheios de fitonutrientes que são ótimos para a sua saúde. Eles adicionam sabor aos pratos e podem substituir o de excesso de sal ou açúcar – ingredientes que podem causar inflamação.  As opções são: canela, que reduz o inchaço e estabiliza o açúcar no sangue; açafrão, que contém propriedades anti-inflamatórias e anticancerígenas; orégano, que tem propriedades antibióticas; alecrim e lavanda, que são recomendados para diminuir a ansiedade e aliviar a dor.
3. Alho e cebola
Esses famosos temperos, assim como alho-poró, o aspargo, o brócolis e as alcachofras, são deliciosas fontes de carboidratos de baixo teor calórico. Uma vez que esses alimentos não são totalmente digeridos no intestino, o material restante alimenta as chamadas bactérias boas, o que resulta num intestino mais saudável. É por meio desse processo que elas estimulam o sistema imunológico e diminuem a inflamação.
4. Chocolate meio amargo
Chocolates com 70% (ou mais) de cacau podem ser sobremesas verdadeiramente livres de culpa. Uma pesquisa demonstrou que o alimento melhora o fluxo de sangue, ajuda a reduzir a pressão sanguínea e também reduz o risco de diabetes.
5. Abacate
Os nutrientes são poderosos: gorduras mono e poli insaturadas, fitoesteróis, ácido alfa-linolênico e carotenoides. Pesquisas mostram que a fruta reduz a inflamação, o açúcar no sangue e colesterol, além de diminuir a dor associada à artrite.
 6. Vegetais crucíferos
Nessa categoria entram rúcula, couve, brócolis, couve de Bruxelas, repolho, couve-flor e agrião. Os vegetais são cheios de sulforano, que diminuem a inflamação, o processo de desintoxicação no fígado.
7. Frutas cítricas
Devido ao seu alto teor de água, qualquer tipo de fruta cítrica fornece hidratação e eletrólitos para o organismo. Suas propriedades de combate à inflamação são encontradas na casca, no bagaço e suco. Por isso, pode aproveitar tudo!
 8. Carne orgânica
Os animais alimentados com plantas são mais saudáveis. Consequentemente, a sua carne oferece maior valor nutricional. Na verdade, galinhas criadas em pasto, porcos, cordeiros e vacas têm níveis mais elevados de ácidos graxos, ômega -3 e substâncias anti-inflamatórias do que os animais alimentados com milho e ração.
9. Ovos
Muitos médicos consideram o ovo um “alimento perfeito. As substâncias antioxidantes, como as vitaminas A, D, E e K, selênio, magnésio, zinco, ferro, cálcio e manganês dão ao ovo o poder de combater o envelhecimento precoce das células, afastando o aparecimento de rugas, além de reduzir o risco de doenças crônicas como hipertensão. A sugestão é dar preferência aos orgânicos.
 10. Peixes oleosos
O ômega-3 presente nos peixes, como a truta, a sardinha e o salmão, age no sistema nervoso central, melhorando o humor. Eles também favorecem a produção de neurotransmissores importantes para a memória e o controle do stress e de outros distúrbios emocionais. Os ácidos presentes no ômega -3 ajudam a diminuir a inflamação e melhorar a saúde do coração.

20 minutos de cminhada rápida já reduzem inflamação no corpo

20 minutos de caminhada rápida já reduzem inflamação no corpo

Em novo estudo, cientistas identificaram os mecanismos responsáveis por diminuir processos inflamatórios que levam à obesidade e a outros problemas

A ciência já conhece os efeitos benéficos da atividade física sobre processos inflamatórios no organismo – que, em excesso, geram males como diabetes, obesidade, doença celíaca e fibromialgia. Mas um novo estudo, publicado recentemente na revista científica Brain, Behavior and Immunity, desvendou os mecanismos celulares por trás dessa ação. Mais: a pesquisa demonstra que 20 minutos de exercício são suficientes para reduzir a inflamação no corpo.
Para chegar a esses achados, o time de cientistas que conduziu o trabalho – todos da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos – investigou se seria possível ativar, com apenas 20 minutos de atividade física, o sistema nervoso simpático do cérebro, responsável por acelerar os batimentos cardíacos, elevar a pressão arterial e intensificar o ritmo respiratório. Os pesquisadores tinham a hipótese de que, ao acionar esse sistema, o organismo dispararia, a nível celular, uma resposta anti-inflamatória. E eles estavam certos.
Leia mais: Os 10 melhores alimentos anti-inflamatórios que você deve ter sempre à mão
Os experts americanos testaram a teoria em um grupo de 47 homens e mulheres, que caminharam na esteira durante 20 minutos numa intensidade moderada. Antes e depois do exercício, os estudiosos coletaram amostras de sangue dos participantes. Os resultados apontaram uma redução de 5% no número de células imunológicas ligadas a processos inflamatórios.
Para os autores do trabalho, conhecer esses mecanismos é importante para o desenvolvimento de novos tratamentos anti-inflamatórios. Além disso, a descoberta mostra que não é preciso se matar na academia para colher os frutos de uma vida ativa. “20 a 30 minutos de exercício moderado, incluindo caminhada rápida, parece já ser suficiente. A ideia de que o treino precisa ser exaustivo e longo intimida aqueles que sofrem com doenças inflamatórias crônicas e poderiam se beneficiar da atividade física”, comenta Suzi Hong, líder do estudo. Saiba mais: Para emagrecer, caminhada rápida é mais eficiente do que academia | BOA FORMA

Para emagrecer, caminhada rápida é mais eficiente do que academia

Para emagrecer, caminhada rápida é mais eficiente do que academia

Se você não gosta de malhar pesado, mas adora uma caminhada... Já pode comemorar. Segundo uma nova pesquisa, esse pode ser um método bem eficaz para perder peso

Caminhar é a maneira mais eficiente para emagrecer e acabar com os pneuzinhos. Foi o que concluiu uma pesquisa realizada pela London School of Economics, do Reino Unido. De acordo com os pesquisadores, as pessoas que andam rápido, regularmente, por mais de 30 minutos, apresentam um IMC (Índice de massa corporal) mais baixo e também uma cinturinha menor do que aqueles que apostam em outros exercícios, como jogar futebol ou academia. Saiba mais: Será o fim do IMC?
E acredite: os resultados foram mais evidentes nas mulheres, pessoas com mais de 50 anos ou com baixos rendimentos. Para Graça Lordan, médica que liderou a pesquisa, essa é uma ótima maneira de promover os benefícios da caminhada para o corpo e a saúde. Além disso, a atividade é uma opção barata e fácil de fazer. Você só vai ter que apertar o passo.

quinta-feira, 30 de março de 2017

7 sinais de que você está treinando demais

 7 sinais de que você está treinando demais (e por isso não gera progresso)

7 sinais de que você está treinando demais (e por isso não gera progresso)

Ao mesmo tempo que algumas pessoas têm dificuldade para manter uma rotina consistente na musculação, outras acabam fazendo o oposto e treinando até demais.
Treinar de forma frequente é essencial se o seu objetivo principal for mudança corporal, mas como a maioria das coisas na vida, tudo que é demais faz mal.
Isto é ainda mais importante na musculação, porque cada indivíduo tem uma capacidade de trabalho diferente.
Enquanto uma pessoa pode suportar um treino insano e ainda gerar ótimos ganhos, outra pessoa, fazendo o mesmo treino, pode ter dificuldades para se recuperar e acabar estagnando sem ver qualquer progresso.
Pois é.
Lembre-se que os ganhos ocorrem quando estamos fora da academia nos recuperando, mas se você treina demais ao ponto de não permitir que os músculos consigam se recuperar completamente, o progresso será prejudicado.
A questão que fica é: como saber se estamos treinando pesado ou treinando demais ?

Felizmente o nosso corpo dá vários sinais de que estamos ultrapassando nossa capacidade de recuperação, se prestarmos atenção neles, podemos tomar as devidas medidas e evitar muito tempo perdido.
Neste texto veremos os sinais mais óbvios de que você pode estar treinando demais e o que fazer para contornar o problema.

Sinais de que você pode estar treinando demais

Sinai 1 – Você sente dificuldade para terminar o treino

Tentar ultrapassar o seu limite no treino e não conseguir, é a essência que faz os músculos crescerem. Afinal, você precisa sair da sua zona de conforto para dar motivos para o corpo se adaptar e ficar maior.
Tudo bem.
O problema é quando você sabe até onde pode ir no treino, mas ultimamente tem notado que está cada vez mais difícil chegar lá.
Por exemplo: você sempre fez supino por 8 repetições com uma carga X, mas ultimamente parece que esta carga está mais pesada que o comum.
Outro exemplo comum é quando você mal chegou no meio do treino e já está com vontade de ir embora porque está exausto.
Estes sintomas são os mais comuns em pessoas que estão treinando demais.

Sinal 2 – Você se sente mal depois de treinar

Enquanto treinar pesado nunca será um passeio no parque, você ainda deve se sentir bem depois do treino.
Exercício físico de alta intensidade faz o corpo liberar vários hormônios que fazem você se sentir mais feliz e disposto.
Mas se a única coisa que você sente depois do treino é vontade de dormir e sua produtividade vai a zero, é bem provável que você está treinando além da sua capacidade de recuperação.

Sinal 3 – Compulsão acima do comum por açúcar

Quando o cortisol está cronicamente alto, é comum termos compulsão acima do comum por alimentos ricos em açúcar.
Se você não tem uma vida estressante e tem treinado pesado, é bem provável que o treino seja o culpado.

Sinal 4 – Você fica doente facilmente

Enquanto exercício físico regular pode melhorar o sistema imunológico, excesso de exercício pode gerar o efeito oposto.
Se você tem ficado doente frequentemente e nada mais pode explicar isto, é possível que o culpado seja o excesso de treino.

Sinal 5 – Ganhar gordura sem explicação

Quando treinamos demais, especialmente sem fazer uma dieta adequada, é possível que o cortisol fique alto ao mesmo tempo que a testosterona fique baixa.
Este ambiente hormonal facilita a perda de massa muscular enquanto facilita o ganho de gordura corporal.
Se você tem reparado que está ganhando gordura, mas sem ter outra explicação racional, é possível que seja por conta do excesso de treino.

Sinal 6 – Você fica mais de duas horas na academia

Se você fica mais de duas horas dentro da academia treinando com pesos, não é necessário ser um gênio para descobrir que você está treinando demais.
A maioria dos treinos que comprovadamente produzem bons resultados podem ser feitos em cerca de uma hora/uma hora e meia (estourando).
Se você passa facilmente mais de duas horas na academia, é muito provável que esteja treinando demais.

Sinal 7 – Flutuações no humor

Treinar demais e ainda não descansar corretamente, pode fazer com que você fique facilmente irritado, não consiga se concentrar e tenha várias flutuações no humor no decorrer do dia.
Fique atento se isto ocorre sem que haja outra razão óbvia.

“Ok, talvez eu esteja treinando demais. O que fazer agora ?”

Se você realmente está se sentindo mal e a explicação mais provável é o excesso de treino, então o passo mais óbvio é, em primeiro lugar, parar tudo e permitir que o corpo se recupere.
A melhor forma para fazer isto é fazer uma semana de de-load (recuperação ativa) ou simplesmente parar de treinar por uma semana inteira.
Desta forma o corpo vai ter tempo suficiente para conseguir se recuperar do excesso de treino e você vai se sentir muito melhor quando chegar a hora de voltar. Como se fosse uma espécie de botão de “reiniciar” na sua recuperação.
E não, você não vai perder massa muscular por diminuir o volume do treino ou por parar de treinar por apenas 7 dias.
Se você “perder” algo nesse período é porque não tinha nada para perder em primeiro lugar (você só desinchou e perdeu glicogênio) ou porque sua dieta é REALMENTE ruim.
No mais, sete dias é pouquíssimo tempo para que você perca adaptação do treino ou tenha grandes mudanças corporais. Fique tranquilo quanto a isso.
Quando chegar a hora de voltar também não adianta seguir o mesmo treino de antes e esperar pelo melhor, porque você só vai repetir o erro. Em vez disso:
  1. Tenha certeza que está seguindo um treino sensato, com frequência e volume moderados (que de preferência não foi criado por você mesmo).
  2. Tenha certeza de estar seguindo uma dieta de acordo com seu objetivo, do contrário praticamente qualquer treino vai exigir demais da sua recuperação e os ganhos serão mínimos.
  3. Durma pelo menos 8 horas por noite, se não for possível, ao menos tenha o sono como uma prioridade.
  4. Tente diminuir agentes estressores na sua vida. Quanto mais estresse, pior será sua recuperação (e qualidade de vida).
  5. Faça aeróbico leve, como caminhada, em dias que não treina. Isto estimula a circulação sanguínea sem exigir do seu corpo, facilitando a eliminação de subprodutos gerados pelo treino e acelerando a recuperação.
  6. Coma alimentos ricos em potássio, como banana. Atividade física pesada pode gerar deficiência neste mineral que tem um papel extremamente importante ao gerar energia muscular.

Palavras finais

Treinar pesado é essencial para gerar hipertrofia, mas se você ultrapassar sua capacidade de recuperação e treinar demais, o oposto vai ocorrer.
Aprender a escutar o corpo é essencial para gerar resultados e não acabar em overtraining. Os sinais expostos neste texto são um ótimo ponto de partida para que você comece a fazer isto.

sexta-feira, 17 de março de 2017

10 melhores exercícios para parte interna da coxa

10 Melhores Exercícios Para Parte Interna da Coxa

Ao lado dos tríceps e da panturrilha, a musculatura da parte interna da coxa é considerada uma das regiões indomáveis do corpo, ou seja, cuja flacidez é difícil de ser combatida mesmo com a prática de exercícios físicos.
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Daí a importância de incluir no treino bons exercícios para parte interna da coxa, que trabalhem bem a região e estimulem a sua definição e desenvolvimento muscular.

10 exercícios para parte interna da coxa

Na lista a seguir, conheceremos alguns eficientes exercícios para parte interna da coxa. Eles não foram organizados em ordem de preferência ou do melhor para o pior. Confira:

1. Agachamento cossack

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O treinador Jon-Erik Kawamoto explica que esta variação do agachamento estimula a parte inferior do corpo e define todos os ângulos das coxas e do bumbum.
Como fazer: começar em pé, com os pés separados a uma distância bem maior do que a largura dos ombros, como a montagem acima demonstra, deixando os braços relaxados ao longo do corpo. Agachar a perna esquerda o mais profundo que conseguir, enquanto a direita é estendida, com os dedos do pé apontando para cima, como a foto mostra.
Ao mesmo tempo, levar o tronco ligeiramente para a frente, como forma de manter o equilíbrio e estender os braços para a frente com as pontas dos dedos apontando para fora. Voltar ao posicionamento inicial e trocar o lado do agachamento.

2. Exercício com bola para a parte interna da coxa

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11bboaformaEste exercício, ensinado pela instrutora Sadie Lincoln, é de baixo impacto e trabalha as pernas, com destaque especial para a parte interna da coxa.
Como fazer: posicionar-se em pé com os pés separados a uma distância equivalente à largura dos quadris, com os dedos dos pés apontados diretamente para a frente. Colocar-se na distância de um antebraço próximo a uma bancada ou cadeira resistente, segurando-a delicadamente com a mão direita. 
Então, colocar uma bola pequena e macia ou um travesseiro pequeno entre as partes internas das coxas. Posicionar a mão esquerda no quadril e levantar os calcanhares dos pés como na primeira imagem. Dobrar os joelhos e abaixar-se aproximadamente 2,5 cm. Neste momento, pressionar as partes internas das coxas na bola, manter os ombros empilhados sobre os quadris, os quadris empilhados sobre os tornozelos e a parte central do corpo (core) rígida.
Levantar os quadris e levar a mão esquerda acima da cabeça, como na segunda imagem, apertando a bola com as partes internas das coxas. Abaixar os 2,5 cm e repetir mais 29 vezes. Após, trocar de lado e fazer mais 30 repetições.

3. Avanço lateral estilo árvore inclinada

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De acordo com a instrutora física e proprietária de um centro fitness Michelle Dozois, além de ser um dos importantes exercícios para parte interna da coxa, este também atinge o core, os quadris e a parte inferior do corpo. Segundo ela, o movimento trabalha os músculos de maneira dinâmica, ao mesmo tempo em que melhora a amplitude de movimento, o fortalecimento e a resistência.
Como fazer: posicionar-se em pé, com os dois pés juntos e as mãos sobre a cabeça. Flexionar a coluna para o lado, de modo que os ombros e os braços fiquem para a esquerda e os quadris apontem para a direita, como na imagem maior.
Levar os braços para baixo, fazendo um meio círculo para baixo em direção à direita, enquanto faz um avanço lateral profundo, com uma perna estendida, a outra dobrada, a mão esquerda descansando na perna dobrado com o cotovelo flexionado e a direita apoiada no chão, ao centro. 
Sair do chão e devolver os braços ao posicionamento anterior, enquanto o pé esquerdo volta a ficar junto do direito. Repetir mais nove vezes, trocar de lado e fazer 10 repetições.

4. Agachamento plié

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11dboaformaEsta variação do agachamento aciona a parte interna das coxas sem a obrigação de utilizar pesos. Entretanto, se desejar, você pode segurar um haltere ou kettlebell enquanto faz o exercício.
Se tiver problemas para se equilibrar enquanto faz o agachamento, segure-se em um banco, cadeira ou móvel.
Como fazer: posicionar-se em pé e colocar os pés na posição do plié – com os dedos apontando para fora, o core rígido e os pés distantes a uma largura equivalente a dos ombros ou em uma posição que te deixe confortável para executar o movimento apropriadamente.
Com a pélvis reta e a parte superior do corpo também reta, abaixar o corpo até que as coxas estejam próximas ou paralelas ao chão, porém, sem forçar. Segurar a posição por um instante enquanto comprime os glúteos. Finalmente, retornar ao posicionamento original. 

5. Avanço lateral com kettlebell


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11eboaforma Temos aqui outra versão do avanço lateral como um dos melhores exercícios para parte internas da coxa. Desta vez, ele aparece com o kettlebell como forma de adicionar peso ao movimento.
Como fazer: posicionar-se em pé, com os pés juntos, segurando um kettlebell com as duas mãos e os braços estendidos para baixo. Dar um passo grande para a esquerda com a perna esquerda, como na imagem maior, mantendo o corpo apontando para a frente e o pé esquerdo levemente direcionado para fora, enquanto a perna direita fica dobrada. 
Então, dobrar o joelho esquerdo e retornar do passo, deixando a coxa esquerda esteja paralela ao chão, enquanto a perna direita permanece reta. Pausar por um momento e voltar à posição inicial. Repetir o exercício com o outro lado.

6. Compressão de adutor com anel de pilates

image: http://www.mundoboaforma.com.br/wp-content/uploads/2016/08/11fboaforma.jpg
11fboaformaEste exercício proveniente da prática do pilates fortalece não somente as partes internas das coxas como também os glúteos, que são enfraquecidos quando a pessoa passa muito tempo sentada.
Como fazer: deitar-se de lado, colocar um anel de pilates entre os tornozelos, estender um braço, enquanto o outro fica dobrado, com os dedos das mãos apoiados no chão e a cabeça relaxada. O próximo passo é exalar e pressionar para baixo a perna que está e cima e inalar o ar quando liberar a pressão. O movimento deve ser lento e controlado.
Para dificultar o exercício, você pode estender o braço que está dobrado para cima, em direção ao teto. 

7. Salto plié


image: http://www.mundoboaforma.com.br/wp-content/uploads/2016/08/11gboaforma.jpg
11gboaformaEste exercício, ensinado por Nichelle Laus, para as partes internas das coxas também aciona o bumbum e os abdominais.
Como fazer: posicionar-se em pé com os pés afastados em uma distância correspondente à largura dos ombros, os dedos dos pés apontados para fora, os braços estendidos ao lado do corpo e as coxas paralelas ao chão. O próximo passo é saltar o mais alto que conseguir, mantendo as pernas com a separação ampla e com os braços estendidos para cima, sobre a cabeça. Pousar na posição inicial, de agachamento.

8. Agachamento sumô com bola medicinal



image: http://www.mundoboaforma.com.br/wp-content/uploads/2016/08/11hboaforma.jpg
11hboaformaTemos aqui mais uma variação do agachamento. Neste exercício, os pés ficam separados em uma distância maior do que a largura dos ombros, o que forca os músculos das partes internas da coxa a trabalharem mais.
Como fazer: com os pés separadas em uma distância maior que a largura dos ombros, segurar uma bola medicinal em frente ao corpo. Abaixar-se até que as pernas estejam paralelas, acionando os músculos abdominais durante o movimento. Neste momento, a cabeça deve ser mantida erguida e as costas retas.
Para quem sofre com problemas de limitação de mobilidade, é permitido fazer um agachamento pela metade. 
Levantar ao mesmo tempo em que exala o ar. Elevar a bola acima da cabeça, acionando os músculos abdominais, mantendo os cotovelos moles e os ombros relaxados e para baixo, ao mesmo tempo em que comprime os glúteos. Pausar por um instante e retornar a posição do agachamento. 

9. Clams

image: http://www.mundoboaforma.com.br/wp-content/uploads/2016/08/11iboaforma.jpg
11iboaformaO nono item da nossa lista de exercícios para parte interna da coxa é feito na posição deitada e não utiliza cargas.
Como fazer: deitar-se de lado com as pernas juntas e dobradas e com a cabeça, o ombro, o bumbum e o calcanhar tocando o chão. Abrir o joelho de cima em direção ao em rotação total, mantendo os calcanhares juntos, como na foto.
Repetir o movimento para cima e para baixo por um minuto e trocar de lado; porém, começar com os calcanhares elevados na altura do quadril de cima. 

10. Agachamento de adutor com haltere

image: http://www.mundoboaforma.com.br/wp-content/uploads/2016/08/11jboaforma.jpg
11jboaformaEste agachamento que ajuda a trabalhar as partes internas das coxas é realizado com o auxílio de um haltere.
Como fazer: com as costas retas, posicionar-se em pé, com os pés separados a uma distância maior que a largura dos quadris e segurar um haltere no meio, com os braços travados. Então, descer o corpo em um agachamento, deixando as coxas paralelas ao chão. 
Segurar a posição por um instante e, então, retornar à posição inicial.

Cuidados 

Antes de começar a seguir sua série de exercícios para parte interna das coxas, cheque com seu médico se você está apto a praticar o treino. Também é importante ter o auxílio e acompanhamento de um profissional de educação física, que poderá te orientar quanto às técnicas corretas e ajudar caso algum problema ocorra.
Se optar por malhar sozinho, com o auxílio de vídeos da internet, tenha o cuidado de prestar bem atenção nas explicações dos vídeos e assistir várias vezes até ter certeza de como os movimentos devem ser feitos.
Além disso, ao sentir uma lesão ou se machucar, não demore para buscar o atendimento de um médico.
Revisão Geral pela Dra. Patrícia Leite - (no G+)

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